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Morador de Verê aplica golpe do “Pix por dinheiro” no comércio local

Imagem ilustrativa, feita com recursos de inteligência artificial

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Um morador de Verê vem sendo apontado como o responsável de aplicar golpes em estabelecimentos comerciais da cidade, utilizando-se de um falso comprovante de Pix. A prática acontece da seguinte forma: no caixa do comércio, o indivíduo apresenta um suposto comprovante de transferência, muitas vezes agendado ou adulterado, e, agindo de má-fé, solicita o valor em dinheiro vivo. Muitos comerciantes, confiando no cliente, acabam entregando a quantia solicitada.

Segundo relatos, o golpista também alega trabalhar em um estabelecimento local, citando o nome de um empresário conhecido na cidade, o que facilita a confiança das vítimas. Ao tomar conhecimento do fato, o empresário entrou em contato com nossa equipe e informou que procurará a Polícia Militar para registrar boletim de ocorrência e resguardar seus direitos.

O golpe do Pix falso

Esse tipo de crime tem se tornado cada vez mais comum em todo o país. Criminosos se aproveitam da rapidez e confiança no sistema de pagamentos para enganar comerciantes. O “Pix agendado” é uma das artimanhas utilizadas: a transação aparece no extrato como programada, mas o valor não cai na conta do destinatário, permitindo ao estelionatário sair do local com o dinheiro em mãos.

Consequências legais

De acordo com o Código Penal, o crime de estelionato (art. 171) pode resultar em pena de um a cinco anos de prisão, além de multa. Caso fique comprovado o golpe, o autor poderá responder judicialmente e ser responsabilizado civil e criminalmente.

Como se precaver

  • Sempre confira o saldo em conta antes de entregar valores em dinheiro. O comprovante por si só não garante que o pagamento foi concluído.

  • Evite liberar mercadorias ou dinheiro apenas com base em comprovantes apresentados pelo cliente.

  • Oriente seus funcionários para que não façam transações desse tipo sem a verificação efetiva no aplicativo ou internet banking.

  • Desconfie de urgências e pressa na hora de confirmar transferências.

Como denunciar

Comerciantes que foram vítimas ou identificarem práticas semelhantes devem procurar a Polícia Militar pelo 190 ou registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil. Também é possível denunciar de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.

A recomendação é que todos os estabelecimentos fiquem atentos e reforcem os cuidados para evitar novos prejuízos.

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