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A Rodovia Estadual PR-493 é um dos principais eixos viários do Sudoeste do Paraná. A estrada inicia em Pato Branco e segue até Dois Vizinhos, ligando municípios estratégicos e sustentando o deslocamento diário de pessoas, além do escoamento da produção agroindustrial da região.
No entanto, no trecho que passa pelo município de Verê, a situação é motivo de preocupação constante. O asfalto apresenta diversos pontos danificados, com buracos e ondulações. Em longos segmentos não há acostamento, o mato alto avança sobre as margens da pista e placas de sinalização vertical ficam parcialmente ou totalmente encobertas pela vegetação.
A configuração da rodovia agrava o cenário. São poucos os pontos permitidos para ultrapassagem em praticamente toda a extensão da PR-493, e o trânsito é intenso, com grande circulação de caminhões, ônibus e veículos de passeio. Essa combinação gera filas, manobras arriscadas e aumenta significativamente o risco de acidentes.
E o risco já se concretizou. Ao longo dos anos, a PR-493 registra inúmeros acidentes graves, inclusive com óbitos, o que reforça a urgência de intervenções estruturais e de manutenção contínua. A rodovia, do jeito que está, cobra um preço alto de quem depende dela diariamente.
Em contato com a Prefeitura de Verê, a informação repassada é de que em dezembro foi realizada uma reunião com o órgão responsável pelo trecho da rodovia, justamente para solicitar melhorias, incluindo recuperação do pavimento, roçada, reforço na sinalização e medidas para aumentar a segurança viária.
A PR-493 não é uma estrada secundária. É um corredor essencial para a economia regional e para a mobilidade da população. Manutenção adequada, sinalização visível e condições mínimas de segurança não são favor, são obrigação. Enquanto isso não acontece, motoristas seguem expostos a riscos diários em uma rodovia que deveria servir, e não ameaçar, quem passa por ela.











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