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Ex-vereador de SC e irmã professora são presos por estupro de vulnerável.

A Justiça não detalhou os fatos que motivaram a condenação, mas as decisões transitaram em julgado, ou seja, não cabem mais recursos.
A Polícia Militar de Santa Catarina cumpriu dois mandados de prisão por estupro de vulnerável na tarde desta quarta-feira (27) em Balneário Gaivota, no Extremo Sul catarinense. Os alvos eram irmãos: Mano Godinho, ex-vereador do município, e Vanessa Katrine Colares Borges, professora da rede estadual de ensino.
Ambos foram condenados pela Justiça e tiveram a prisão decretada por crimes cometidos anos atrás. Mano Godinho, que exerceu mandato como vereador entre 2017 e 2020 e era conhecido por atuar em projetos com crianças e adolescentes, foi condenado a 13 anos de reclusão em regime fechado. Ele foi encaminhado ao Presídio Regional de Araranguá.
Sua irmã, Vanessa Colares Borges, professora de Biologia e servidora da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina, foi condenada a 8 anos e 10 meses pelo mesmo crime. Ela foi localizada pela Polícia Militar na cidade de Sombrio e conduzida à Penitenciária Feminina de Criciúma. De acordo com o boletim oficial, Vanessa não resistiu à abordagem.
Ambos foram sentenciados com base no artigo 217-A do Código Penal, que trata do estupro de vulnerável, crime hediondo pela legislação brasileira. A identidade da vítima permanece sob sigilo judicial por se tratar de caso envolvendo vulnerável.
Nos últimos anos, Mano Godinho se manteve ativo nas redes sociais e chegou a manifestar intenção de voltar à política. Em publicações recentes, mencionava trabalhos sociais com crianças e fazia críticas à gestão pública municipal. Também atuava em projetos educacionais e culturais com apoio de uma fundação local.
A prisão dos irmãos provocou forte repercussão na cidade. Mano Godinho já havia se candidatado a vereador pelo MDB e manifestado apoio a outras siglas como o PSD. Vanessa, por sua vez, se apresentava publicamente como professora, mãe e profissional dedicada à educação.
A Justiça não detalhou os fatos que motivaram a condenação, mas as decisões transitaram em julgado, ou seja, não cabem mais recursos.
As prisões reforçam a atuação das forças de segurança e da Justiça catarinense no combate a crimes sexuais contra vulneráveis. A Polícia Militar destacou que seguirá cumprindo mandados em aberto contra foragidos e condenados em todo o estado.
Jornal Razão

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